sábado, 9 de janeiro de 2010

PROTEGER OS MEIOS DE PRODUÇÃO NACIONAIS - NOVA ETAPA NECESSÁRIA


Concordo com o recado abaixo transcrito, entendo que está na hora do governo brasileiro fazer uma gestão estratégica dos dos recursos empresariais internos, por meio de regulamentação a proteger a propriedade nacional e também, para garantir que não ocorra de fato oligopólios. Vamos tirar as mãos dos olhos cerrados e olhar a realidade, o MP e o CADE só servem para traduzir certo discurso constitucional como o de uma estória da carochinha, mas nossos filhos crescem. Podem crescer realistas ou podem crescer hipócritas.
Parece salutar observar algumas medidas promovidas pelo governo Chinês. Para os críticos afobados, saliento que não estou defendendo que tomemos a China como modelo em tudo, mas que percebamos que certos mecanismos de proteção da economia interna e de criação de recursos com valor agregado.
A meu ver, está na hora de pensarmos o viés estratégico da proteção dos meios produtivos nacionais. O modelo Chinês de estímulo a setores econômicos internos, tanto para atrair capital externo, quanto para dar conta de deficiências sociais parece importante ser observado.
Chega de cinismo!

Quanto a questão de diferenças da política econômica entre Lula e FHC peço aos amigos que dêem uma bisolhada em: http://lcacoman.blogspot.com/2010/01/uma-coisa-e-uma-coisa-outra-coisa-e.html

A seguir o texto do Zé, Economia: fala-se uma coisa, faz-se outra, que foi publicado em 08-Jan-2010


Nos últimos tempos fala-se muito na economia no Brasil, em fusões e incorporações e em criar grandes empresas brasileiras para competir no mercado internacional. Mas, recentemente o que temos visto, além da venda de importantes empresas do setor sucroalcooleiro, é a compra de companhias brasileiras por fundos estrangeiros.Primeiro foi a 5ª maior empresa de engenharia do país, a CNEC Engenharia, da Camargo Corrêa, vendida ao grupo australiano WorleyParsons; agora é a CVC, a maior operadora de turismo brasileira, ao fundo norte-americano Carlyle.A venda da CVC pode ter graves consequências para a aviação comercial do país. A empresa detém 60% do mercado de negócios na área de viagens e pacotes de turismo por ônibus, aviões e cruzeiros marítimos no Brasil. Como empresas desse porte são vendidas tranquilamente, sem que ninguém proteste e nada aconteça?


Retirado do Blog do Zé

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